Os estranhos guardiões da biblioteca nocturna
Uma amiga regressada de férias conta-me que, na biblioteca do Convento de Mafra, os livros dividem o espaço com morcegos que ninguém consegue ver.
E aqueles que acreditam que estes morcegos vivem no reverso das estantes invocam a circunstância diurna de algumas vezes lá aparecer um ou outro pequenino corpo morto.
Mas pouca gente sabe ao certo alguma coisa sobre estas criaturas da biblioteca, a não ser que se movem na escuridão e a sua presença protege os livros das traças que ali acorrem em massa para volitar em torno das páginas, na senda de alimento não propriamente intelectual.
E aqueles que acreditam que estes morcegos vivem no reverso das estantes invocam a circunstância diurna de algumas vezes lá aparecer um ou outro pequenino corpo morto.
Mas pouca gente sabe ao certo alguma coisa sobre estas criaturas da biblioteca, a não ser que se movem na escuridão e a sua presença protege os livros das traças que ali acorrem em massa para volitar em torno das páginas, na senda de alimento não propriamente intelectual.
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